Uma das melhorias mais importantes para PS3 é o famoso “imput lag”, nessa atualização isso foi altamente melhorado para todos os jogadores. Instabilidade de áudio também deve não acontecer mais para a maioria dos usuários de PS3. Baseado na opinião da comunidade nós fizemos algumas análises e modificamos a precisão e “coice” de algumas armas, o ponto desta atualização é dar uma sensação e um desempenho único para cada arma do jogo. Vários ajustes de bug foram feitos nos novos mapas, como rochas que se chocavam.
PS3
Dia 27 de Novembro.
Como baixar: Quando o jogo começar ele irá fazer o download automaticamente, e é obrigatório a faze-la se você quiser jogar.
Como baixar: Quando começar o jogo uma janela irá aparecer notificando que o jogo precisa ser atualizado. Não é obrigatório a baixa-la, mas é recomendado. Você pode baixar no Marketplace da Xbox Live na loja dentro do jogo.
PC
Dia 4 de Dezembro.
Como baixar: Quando você iniciar a Origin o jogo irá atualizar automaticamente. Em caso de não começar vá no Battlelog e você será notificado ou então clique com o botão direito do mouse em cima da imagem do jogo na Origin e clique em “Verificar Atualização”.
Nos dias que correm, onde a falta de criatividade é abundante, em que tudo, ou quase tudo, é feito tendo como principal destino o lucro, é difícil encontrar obras que sobressaiam de entre tamanha vulgaridade. Não é tarefa fácil encontrar jogos que mereçam a dedicação dos jogadores, mas há sempre uma esperança, e que de tempos a tempos surjam as exceções, e é incontornável, Dishonored é mesmo uma exceção.
A conceção artística, o design, a sua estrutura, colocam Dishonored acima da média. Dão ao jogo a qualidade que falta em enumeras produções vídeojogáveis. O jogador quer ser surpreendido, quer desafios, coisas frescas, que façam valer a pena as horas dedicadas a uma criação que desperte os sentidos. Dishonored conquista o jogador desde o primeiro minuto, agarra-o até que a aventura acabe e fique na expectativa de surgir algo mais.
Dishonored é um jogo que logo à partida faz lembrar o fantástico Half Life 2, mais propriamente a sua City 17. É evidente a inspiração no jogo da Valve, Viktor Antonov foi o designer da City 17, sendo ele um dos responsáveis pela equipa artística de Dishonored. Mas o jogo não foi apenas inspirado no título da Valve, existem algumas semelhanças com BioShock, nomeadamente nos poderes sobrenaturais que o nosso personagem vai adquirindo, temos uma forte presença de Thief no seu sistema stealth, e também realçar que na equipa estão presentes membros que fizeram parte da criação de Deus Ex.
Como constataram, Dishonored é o produto do trabalho em conjunto de algumas da mais visionárias mentes desta indústria. Mas é claro que nem sempre o que funciona na teoria é comprovado na sua execução e se repercute para a realidade. Cabe sempre ao jogador a palavra final, é ele o juiz de todas as horas dedicadas pelos criadores em redor do seu projeto.
O enredo de Dishonored é bastante simples, mas a simplicidade é por vezes o melhor caminho. Estamos em 1666 na cidade de Dunwall, capital de Gristol. A cidade foi inspirada em Londres e Edimburgo no final de 1800 e inícios de 1900, sendo governada por um regime opressivo onde a tecnologia e o sobrenatural coexistem. A cidade luta contra uma Peste que é espalhada pelos ratos.
O nosso personagem, Corvo Attano, regressa de uma viagem pelas outras nações do Império na tentativa de encontrar ajuda para combater a Peste dos Ratos. No momento do seu encontro com a Imperatriz, Jessamine Kaldwin, esta é assassinada e sua filha raptada. Corvo é acusado da morte da Imperatriz e do rapto da sua filha Emily, mas ser-lhe-á dada a oportunidade de provar a sua inocência e vingar a morte da sua Imperatriz.
A estória do jogo está recheada de traições e reviravoltas, onde apenas podemos confiar em quem realmente gosta de nós. A relação de Corvo com a Imperatriz é mais que apenas uma simples amizade, e a pequena Emily vê Corvo como um pai que olha por ela e não deixa que nada de mal lhe aconteça. Estão assim lançados os dados para uma aventura que vos irá marcar intensamente. Dishonored é de facto algo que se distancia do que ultimamente tem chegado às mãos dos jogadores, com pormenores únicos mas também com subtis similaridades com outros títulos. Estamos perante um shooter em primeira pessoa que é bem mais que isso, Dishonored tem várias nuances. É um jogo de ação, aventura, furtivo, sobrenatural, onde o jogador poderá optar pela jogabilidade que mais lhe convém.
"Dishonored é de facto algo que se distancia do que ultimamente tem chegado às mãos dos jogadores, com pormenores únicos mas também com subtis similaridades com outros títulos."
A nossa aventura começa numa prisão onde Corvo aguardar o seu destino, mas alguém o irá ajudar, com o intuito de permitir a Corvo a vingança mas também com a finalidade encoberta de tomar o poder. Após escapar da prisão, iremos ser conduzidos para The Hound Pits, que é um bar, e será uma espécie de base onde nos serão atribuídas missões. É neste local que recebemos informações sobre o possível paradeiro de Emily, filha da Imperatriz. Para além das missões principais, existem também outras secundárias que dão ao jogo mais longevidade, a possibilidade de explorar mais cada local e a aquisição de mais dinheiro e itens.
Em The Hound Pits, temos a possibilidade de adquirir armas e gadgets (uma pistola, uma besta, granadas, armadilhas) e upgrades para todo o nosso arsenal. Temos também elixires, que estão destinados a regeneração da nossa energia e o mana. Não há uma grande variedade de armamento, mas é compensado pela possibilidade de o melhorar, tornando-o mais letal e eficaz. Para cada item existe um determinado número de upgrades que custam dinheiro, dinheiro esse que é adquirido durante as missões, recolhendo moedas ou simplesmente objetos valiosos. Os upgrades vão desde o aumento da capacidade de transportar mais munições, passando pela melhoria do efeito das armas, e até passam por melhorar as capacidades assassinas de Corvo, como o suprimir do som dos nossos passos.
Uma das imagens de marca de Corvo é a sua Mascara de assassino, oferecida por Piero e aperfeiçoada à sua medida. A mascara protege Corvo da Peste, serve de armadura convencional, e como telescópio binocular. Apesar de ser reduzido, o arsenal bélico ao nosso dispor é simplesmente delicioso. A Folding Blade, espada, de Corvo é requintada, arrepiante, é a arma perfeita para um assassino. A besta é sublime, de onde destaco os dardos incendiários que deixam o inimigo em chamas. Também é de realçar a Springrazor, uma armadilha mortífera que é ativada por vibração, desmembrando por completo quem se aproximar. Há variadíssimas opções ao abordar uma missão, e o armamento disponível é adaptado às opções que iremos tomar.
Para além das armas físicas, Corvo adquire poderes sobrenaturais, que lhe são atribuídos pela personagem denominada por The Outsider, que lhe aparece pela primeira vez quando está a dormir. Os poderes sobrenaturais são divididos em duas categorias, passivos e ativos. Os passivos, quatro no total, estão sempre acionados, como por exemplo a capacidade de cair de grandes alturas sem se magoar (Agility), aumentar a energia (Vitality), transformar os inimigos que assassinamos em cinzas (Shadow Kill), e ganhar adrenalina que posteriormente irá permitir executar fatalidades (Blood Thirsty). Os poderes ativos, são seis e necessitam da nossa intervenção, como por exemplo a possibilidade de nos teleportar em curtas distâncias (Blink), visão melhorada que permite ver através de objetos (Dark Vision), possuir um rato e até um humano para aceder a determinados locais (Possession), parar o tempo em nosso redor (Bend Time), convocar um grupo de ratos que irá atacar quem estiver por perto (Devouring Swarm), e a capacidade deslocar o ar para empurrar inimigos ou objetos (Windblast).
É esta sublime simbiose entre as capacidades físicas e sobrenaturais que dão uma identidade única a Dishonored. A jogabilidade está a um nível muito alto em termos de qualidade, a movimentação é fluída, a utilização dos poderes é bem adaptada às missões e ao meio que nos rodeia. Os locais percorridos estão construídos de maneira a que nunca seja igual a nossa abordagem, permitindo repetir posteriormente todas as missões da maneira que o jogador quiser. Quando terminamos uma missão, há sempre aquela voz interior que nos diz, e se tivéssemos feito desta maneira e não daquela?
Em cada missão (mapa), existem items para recolher, desde dinheiro, objetos valiosos, comida para restaurar energia, Runes e Bone Charms. Runes são utilizados para adquirir e melhorar as capacidades sobrenaturais de Corvo. Bone Charms são encantamentos permanentes, existe um limite máximo a ser utilizado, que permitem melhorar e adquiri variadíssimas capacidades, como aumentar a regeneração de energia, subir mais rápido, maior rapidez no manuseamento da espada, e claro, estes Bone Charms vão fortalecer as nossas capacidades sobrenaturais.
Os Runes e Bone Charms são detetados no mapa através de um Coração (The Heart), que nos é oferecido pelo The Outsider. É um artefacto um pouco estranho, algo mecanizado, que tem vida própria. Este ao ser selecionado bate com mais frequência à medida que o apontamos para o local onde se encontra um Rune ou Bone Charm. Curiosamente existe uma voz no seu interior, e sempre que pressionamos o botão de ação essa voz revela segredos, personalidades, acontecimentos, coisas que ainda irão acontecer.
A construção da jogabilidade de Dishonored anda em redor da união entre as capacidades físicas, poderes sobrenaturais, e os encantamentos adquiridos. É um conjunto de possibilidades muito recompensador que permite criar um personagem à nossa imagem, à maneira como cada jogador joga.
À medida que vamos avançando no jogo, Corvo torna-se cada vez mais num assassino implacável e impiedoso. É certo que podemos simplesmente passar grande parte das missões sem matar um grande número de inimigos, mas o desenrolar da estória cria no jogador uma sensação de revolta e uma sede por vingança. As habilidades físicas do nosso personagem são diversas, podemos subir até locais vertiginosamente elevados, esconder nas sombras, espreitar pelas fechaduras das portas. Podemos ser silenciosos ou ignorar por completo a abordagem mais furtiva, mas para tal é necessário um perfeito domínio de todas as nossas capacidades, pois assim que o inimigo nos deteta irá chamar por reforços ou acionar o alarme. Temos que estar preparados para um confronto brutal, pois os danos que nos podem infligir são enormes, perdemos energia muito rapidamente. O que inicialmente pode parecer um embate controlado poderá tornar-se na nossa morte.
Mas Dishonored não seria o que é se o seu grafismo não estivesse concebido da maneira que está. É um regalo para os olhos, é pura arte, é uma combinação de cor, luz, construção, design, que raramente se vê num videojogo. Viktor Antonov é a mente por detrás desta obra de arte virtual. Visualmente, é como uma aguarela, é esta a melhor forma para descrever Dishonored. Os vídeos e imagens que tenham visto do jogo não fazem juízo à sua qualidade visual, só mesmo experimentando. A versão testada é a do PC, a uma resolução de 2560x1440 a uns constantes e maravilhosos 60fps. Quando experimentarem Dishonored irão ficar de boca aberta em muitas partes do jogo.
Em termos sonoros, estamos perante um jogo que não descuida esse elemento. Os sons gerais estão como deveriam estar, as vozes dos personagens adequadas às situações e às expressões faciais. A música é outro ponto a favor, com uma banda sonora impressionante e arrepiante, que em muitas vezes me fez lembrar o fenomenal BioShock.
É claro que nem tudo é perfeito no jogo. Os inimigos não são propriamente dotados de grande inteligência, não se escondem, não procuram cobertura, limitam-se a correr em nossa direção sempre que nos detetam. Também ao chegar ao fim do jogo existe a sensação de que determinados momentos deveriam ter sido prolongados, com determinadas missões a não atingirem o auge devido. A dramatização de toda a estória poderia ser ainda maior, apesar de não estar a um mau nível, a inclusão mais frequente de cutscenes ajudaria para esse efeito. Deveria haver uma maior preocupação com as ligações sentimentais entre os personagens.
Não existem jogos perfeitos, Dishonored não o é, mas será que alguma vez existirá o jogo perfeito? Creio que não. Mas é indiscutível que é um jogo impressionante em todos os sentidos. Será um crime não o jogar, deixar de lado esta experiência vídeojogável. É nestas ocasiões que me sinto feliz por pertencer a este mundo que são os jogos virtuais. Não percam esta aventura, deixem que Corvo Attano conquiste o vosso coração.
"Não existem jogos perfeitos, Dishonored não o é, mas será que alguma vez existirá o jogo perfeito? Creio que não. Mas é indiscutível que é um jogo impressionante em todos os sentidos. "
Aproveitando a Gamescom , a Capcom anunciou Remember Me , um novo jogo de ficção científica em desenvolvimento pelo estúdio francês Dontnod , fundado por ex-funcionários da Criterion (de Burnout), Ubisoft e EA .
O jogo se passa em Neo Paris, em 2084, onde as pessoas usam implantes capazes de capturar memórias, as quais podem ser trocadas ou vendidas livremente, online. A trama gira ao redor de um grupo de pessoas que luta contra a Memoreyes, a companhia que fabrica o implante (chamado de Sensation Engines) e, consequentemente, controla o fluxo de memórias pelo mundo.
Neste cenário você controla Nilin, uma “caçadora de memórias”, que teve sua própria memória apagada pela companhia. De acordo com uma demo apresentada a alguns veículos na Gamescom, a ação, em terceira pessoa, envolve perseguições, lutas corporais, furtividade e resolução de enigmas. A protagonista do jogo é capaz de acessar memórias de personagens livremente, alterando-as através de uma espécie de editor. Assim, Nilin é capaz de inserir e manipular informações na mente de personagens específicos, a seu favor.
Remember Me está em desenvolvimento para PlayStation 3 e Xbox 360 e está previsto para maio de 2013.
Das mentes responsáveis por "Uncharted" e sua narrativa em estilo filme dos anos 90, "The Last of US" promete mostrar uma nova abordagem sobre jogos de zumbis.
Os mortos-vivos, aliás, são elementos que os produtores da Naughty Dog fazem questão de deixar em segundo plano ao falar do game. "Não o rotulem como mais um jogo de zumbis", pediu o diretor criativo Neil Druckmann.
Para Druckmann, o foco de "The Last of US" é o drama dos personagens principais, Joel e Ellie. "Há quanto tempo eles se conhecem? E o que dizer de outras pessoas que não foram infectadas?
Complementando essa ideia, o diretor geral Bruce Straley nota que o título é conduzido pela narrativa, assim como a franquia "Uncharted". A diferença de "The Last of Us", no caso, é não se importar sobre o que causou a transformação das pessoas em zumbis, mas a forma como os personagens lidam com o problema.
Lutando pela sobrevivência
Os personagens Joel e Ellie vivem em um mundo pós-apocalíptico (inspirado em cidades dos Estados Unidos) devastado pela vegetação selvagem e por um vírus letal que matou toda a população. Para piorar a situação, os que lá existem são seres macabros e assustadores.
A idade não divulgada, Joel é um ex-contrabandista de armas e drogas que sabe bem como se livrar no meio do caos. Já Ellie é uma garota orfã de 14 anos que morava em uma zona de quarentena militar e sequer se recorda da sua vida antes do apocalipse que se instaurou no mundo.
Os dois acabam se encontrando de uma forma nada convencional, já que Joel é encarregado de 'contrabandear' Ellie para um local seguro. De acordo com a Naughty Dog, a relação entre os dois será desenvolvida ao longo da trama.
Cooperação é o caminho
Segundo Ellie, a rotina diária dos dois é tentar sobreviver, juntando suas forças e contando as poucas balas de revolver que conseguem encontrar no caminho. Logo, não espere por uma vasta oferta de armas e munição.
Apesar da produtora ainda não afirmar quem será de fato o personagem controlável ou se o jogo terá um multiplayer cooperativo, a mecânica sugere elementos de cooperação.
Joel e Ellie podem usar armas brancas espalhadas pelo cenário, como placas de sinalização, facas e pedaços de pau. Já as armas de fogo terão munição escassa, mas pelo menos um tiro será suficiente para dar cabo dos inimigos.
Como a menina tem apenas 14 anos, sua parte na ação será avisar o marmanjo dos perigos, alertando sobre a presença de algum zumbi para não ele não ser pego de surpresa. Entretanto, Bruce Straley disse que ela poderá ter suas capacidades de luta aperfeiçoada ao longo da jornada.
O rei dos deuses acaba de chegar a God of War: Ascension. Embora tenha sido
massacrado pelos punhos e a pela fúria de Kratos, Zeus nunca teve sua soberania
questionada e todos — sejam os humanos, centauros, monstros ou os próprios
deuses — temem sua presença e, acima de tudo, sua ira. E a hora de vermos o quão
poderosa essa força pode ser está prestes a chegar.
Como você conferiu no recente trailer do game, a mais poderosa divindade do
panteão grego irá dar suas bênçãos aos guerreiros que entrarem nas disputas
clamando por seu nome nas arenas do modo multiplayer. E como é de se esperar,
quem apelar ao senhor do Olimpo se tornará um adversário que oponente nenhum vai
querer encarar. Mas o que isso vai trazer de novo à jogabilidade?
Raios do terror
Deixando um pouco de lado a sucessão de adjetivos apresentados no vídeo,
somos apresentados a algumas das habilidades exclusivas que somente os
guerreiros que lutam por Zeus poderão utilizar em God of War: Ascension. E como
não poderia deixar de ser, o deus que dispara os raios de cima do Monte Olimpo
não poderia beneficiar seu herói de outra maneira que não com a força da
eletricidade.
Durante o vídeo, podemos ver dois golpes que os jogadores que adotarem este
deus poderão utilizar em combate. Além das já tradicionais armas, eles terão
acesso a algumas habilidades especiais baseadas nessa força da natureza — o que
pode torná-los incrivelmente perigosos.
O primeiro movimento é exatamente aquilo que o narrador explica: devastador.
Isso porque, como o trailer bem mostra, é possível colocar essa energia divina
em suas lâminas para causar o máximo de dano possível em seus inimigos,
incluindo com alguns danos de área. Em determinado momento, por exemplo, o
personagem utiliza um enorme martelo e o usa contra o próprio chão, fazendo com
que as descargas elétricas se propaguem pelo solo, atingindo todos aqueles que
estiverem ao seu redor — permitindo a criação de novos combos aéreos.
Outro poder que somente Zeus pode conceder é a possibilidade de invocar os
raios. Lembra-se dos olhos de Medusa que Kratos utilizava? Trata-se de algo
semelhante, mas muito mais poderoso. Afinal, nada se comprar a um choque de
alguns milhões de volts divinos, não é mesmo? Durante os confrontos, essa é uma
ótima alternativa para quem quer causar dano, mas sem se aproximar muito. Vantagens olímpicas
No entanto, não é somente nos ataques que a bênção de Zeus vai ajudá-lo
durante o modo multiplayer. Ao mesmo tempo em que ele lhe oferece novos poderes
de ataque, também há habilidades passivas que vão fazer com que seu personagem
permaneça mais tempo dentro da arena.
Prova disso é que o jogador poderá abusar muito mais de ataques mágicos do
que os demais exatamente por conta do benefício que o senhor do Olimpo tem a
oferecer. Como todas as vantagens físicas são baseadas em poderes divinos, há
uma compensação no tempo de recuperação da barra de energia mágica para que você
não fique sem força no meio da batalha. Como ela se recupera automaticamente,
você não precisará recorrer a itens caso precise disparar um novo trovão na
cabeça de seu rival.
Outra vantagem está nos chamados poderes divinos, aqueles usados pelos
personagens com base no que os deuses têm a oferecer. No caso dos campeões de
Zeus, há uma melhoria significativa na eficiência desses ataques, tanto em
termos individuais quanto de grupo — o que significa que é sempre bom ter alguém
assim ao seu lado. Soberano, mas não invencível
Não é porque Zeus é o rei dos deuses que ele será a melhor escolha. Se até
mesmo Kratos conseguiu derrotá-lo, seus guerreiros também não são monstros
imortais. Isso significa que eles também têm seus prontos fracos na hora do
combate.
O trailer não comenta quais são, mas deixa claro que até mesmo o rei dos
deuses precisa se preocupar com seus poderosos inimigos. E no caso de Zeus, não
podemos nos esquecer de seus irmãos, Hades e Poseidon, que também entrarão na
luta. Afinal, quem sobreviverá?
Descobriremos a resposta a partir de março, quando God of War: Ascension
chega ao PlayStation 3.
Novo visual da Playstation Store já está disponível nos
Estados Unidos e no Brasil.
Donos de PlayStation 3 sempre clamaram por uma reestruturação na PlayStation
Store, seja por achá-la feia ou pouco prática. A mudança aconteceu e estava
prevista para ser disponibilizada na metade do mês de outubro, mas problemas
fizeram com que apenas alguns países da Europa recebessem a atualização. Agora,
chegou a hora de todos navegarem na nova PlayStation Store.
A Sony liberou a atualização da sua nova loja para
Estados Unidos, Canadá, México e Brasil. Além de um visual mais agradável, agora
a PlayStation Store conta com filtros de títulos e valores que devem ajudar na
escolha e no download de novos jogos e conteúdo para o seu console.
Para acessar a nova loja, você deve baixar uma atualização de,
aproximadamente, 22 MB. Feito isso, é só navegar pela nova PlayStation
Store.
Quando o Wii U, o novo videogame da Nintendo, chegar às lojas dos Estados Unidos no dia 18 de novembro, ele terá 23 jogos disponíveis para a compra de produtoras como Ubisoft, Electronic Arts e Activision. A Nintendo divulgou a lista com os primeiros games do aparelho nesta quarta-feira (26).
Entre os principais títulos estão o game de tiro em primeira pessoa "Call of Duty: Black Ops II", o grande blockbuster de 2012 "Assassin's Creed III", um dos jogos de ação e aventura mais esperados, "Fifa 13", game de futebol, e claro, "New Super Mario Bros. U", título do encanador italiano.
Há também game de dança com "Just Dance 4", malhação com "Your Shape" e corrida com "Sonic & All-Stars Racing Transformed".
Os jogos serão vendidos por US$ 60, cerca de US$ 10 mais caros do que os vendidos para o Wii.
veja lista com os 23 jogos de lançamento do Wii U
'Assassin's Creed III, da Ubisoft
'Batman: Arkham City Armored Edition', da Warner Bros.
PlayStation All-Stars Battle Royalcosta2980-tudo em gamesrecebeu um novo trailer mostrando os principais protagonistas do game, interpretados por atores de verdade. No vídeo, Kratos (God of War), Nathan (Uncharted) e Cole (inFmaous) batalham para promover o lançamento do jogo.
O título é um “clone” da série Smash Bros, com estilo e mecânicas similares, mas com personagens e cenários dos jogos da Sony, além de alguns convidados especiais, como Heihashi (da série Tekken) e Big Daddy (de BioShock).
PlayStation All-Stars Battle Royale será lançando em 20 de novembro para PlayStation 3 e PS Vita. Quem comprar a versão para o console, ganhará a versão para o portátil de graça. É possível jogar partidas multiplayer online entre as duas plataformas.
A Reef Entertainment afirmou que seu novo jogo baseado na série de filmes Rambo, anunciado no ano passado para Xbox 360, PlayStation 3 e PC, será finalmente revelado. Batizado agora de Rambo: The Video Game, ele estará em forma jogável no evento Gamescom, que será realizado entre 15 e 19 de agosto, na Alemanha.
Desde que o estúdio adquiriu a licença para produção do jogo e o anunciou, nenhuma informação foi divulgada e ainda não se tem imagens ou vídeos do título. O diretor comercial da Reef Entertainment, Craig Lewis, comentou: “Temos estado quietos desde que adquirimos a licença de Rambo em agosto do ano passado”.
“Durante este tempo nós temos nos dedicado a criar um videogame para consoles e PC que permita que os fãs de Rambo e jogadores por todo o mundo realmente entrem na pele de Rambo e possam empunhar seu icônico conjunto de armas em batalha”, complementou ele.
Quando o título foi anunciado, a produtora fez a promessa de que ele seria um “Triplo A”, classificação guardada apenas para os melhores jogos da indústria. Craig também comentou que havia um grande apetite para filmes de ação como Rambo 4 e Mercenários 2, sendo que este também receberá um jogo em breve.
Vamos aguardar para ver se realmente sera lançado,pois até o momento não foi divulgado nenhum video.
Um dos jogos mais esperados da nova geração ganhou um gameplay especial divulgado na Evolution Chapionship Series 2012, que aconteceu entre os dias 6 e 8 de julho em Las Vegas. Como surpresa, Ed Boon, criador do último Mortal Kombat e presidente da Netherreal, apresentou a jogabilidade de Injustice: Gods Among Us.
No vídeo podemos observar quatro personagens: Superman, Flash, Batman e Solomon Grundy. Cada um tem habilidades particulares e conta com características conhecidas pelo público em geral baseadas nas séries das HQ’s. Um dos principais destaques foi a apresentação do golpe especial de cada lutador.
Entre as funcionalidades destacadas por Boon, a interação dos personagens com o cenário chamou atenção dos participantes do evento. O vídeo mostra também os heróis atravessando paredes, voando para o espaço e até mesmo pegando elementos para arremessar nos oponentes.
O jogo ainda não possui data de lançamento exata, mas já foi divulgado que será lançado em 2013. Além dos personagens citados acima estão confirmadas as participações da Arlequina, do universo de Batman, e da Mulher Maravilha.
Em um evento realizado em São Paulo no último mês o produtor do jogo afirmou que Injustice: Gods Among Us será lançado também com legendas em português. Além da novidade, Herctor Sanchez não descartou a possibilidade do game também contar com dublagem localizada.
Confira o gameplay de quase 15 minutos divulgado na EVO 2012:
A Sony liberou um novo trailer do Playstation All Stars Battle Royale, o trailer em si não chega a mostrar nenhuma novidade para quem acompanha as notícias sobre o jogo. Mas o que mais chama a atenção é que o trailer está com narração em Português, que é algo bem raro de se ver!
Playstation All-Stars Battle Royale será lançado no dia 20 de novembro, para Playstation 3 e Playstation Vita. Uma ótima notícia é que quem comprar a versão para um console vai ganhar a outra de graça, ou seja se você comprar a versão de Playstation 3 vai ganhar a versão para Playstation Vita, e vice e versa.
O Playstation All Stars Battle Royale já está em pré-venda por R$ 149,00, e vale lembrar que o jogo foi totalmente traduzido para Português. Pessoal à demo do jogo já está disponível na PSN para baixar.
Medal of Honor: Warfighter é a continuação do ultimo título da franquia lançado em 2010. Aqui, a história começa exatamente a partir de onde parou o jogo anterior, com Preacher voltando ao papel principal.
O jogo conta com o mesmo motor gráfico de outro grande sucesso da Electronic Arts: a Frostbite 2, que agradou aos jogadores do mundo todo em Battlefield 3. Isso significa mais realismo e gráficos impressionantes.
E para captar toda a emoção dos combates, os desenvolvedores conversaram com soldados de verdade, conseguindo assim obter informações sobre como tudo acontece em guerras reais e os dramas enfrentados por heróis da vida real.
O game, ao contrário de seu antecessor, não fica baseado no Afeganistão, envolvendo várias outras locações no mundo, como a Somália e as Filipinas. Além disso, os jogadores poderão assumir o papel de combatentes de outras pátrias, como poloneses, britânicos e alemães.
Munido de seu tomahawk (uma espécie de machadinha - e inúmeras outras
armas, passando dos já conhecidos arco e flecha e pistolas à munições
específicas para cada modo de batalha), o novo protagonista, o nativo-americano
Connor , torna-se um assassino na busca por
justiça. Já se sabe que este não teve origem dentro da irmandade, o contrário
da história de Ezio Auditore , que protagonizou
os títulos anteriores. Connor terá um tutor, e aparentemente será um anti-herói
mais carismático que Ezio.
O jogador terá de crescer e fazer as descobertas junto do personagem -
pois, apesar da história rica e da origem interessante, ele se mostra um
assassino bastante “cru” - que deverá ajudar sua região ( Homestead , uma espécie de Monteriggioni dos predecessores)
a se desenvolver, com a indução de personagens que ajudem na atividade
econômica da cidade. Personagens estes, aliás, que de acordo com Ducharme,
terão suas próprias personalidades e histórias. Trazer novos moradores para a
cidade, buscar pessoas que possam colaborar de alguma forma com a movimentação
financeira da vila e expulsar de lá os que não agregam, ficará por total conta
do jogador, que também deve conseguir alimento para a cidade, por meio da caça
- se você tiver estômago fraco ou não conseguir separar as coisas, passe longe:
animaizinhos da floresta podem ser estraçalhados sem piedade. Veja bem, apesar
de não se importar em esquartejar animais ou pessoas a sangue frio, Connor tem
todo o perfil de um assassino “bonzinho”, por mais blasfemante que isto possa
parecer.
A relação de Connor com sua cidade, nas palavras de Ducharme, "é
como o American Dream " -
referindo-se à passagem histórica dos Estados Unidos, que beirou a Crise
Econômica de 1929.
A narrativa do jogo, inspirada na Guerra da Independência dos Estados
Unidos, promete fidelidade ao acontecimento original. Preocupado com
“spoilers”, Ducharme falou pouco sobre a história, frisando apenas que, em
Assassin’s III, o foco será mesmo nas batalhas entre Templários e Assassinos,
tendendo ao evento original, o que não tirou a liberdade da produtora de criar
linhas paralelas e brincar um pouco com o roteiro do game (como, por exemplo,
no DLC The Tyranny ofKing Washington , já anunciado pela Ubisoft, em que o
ex-presidente americano aparece como um tirano maníaco por poder).
Nas demonstrações, pudemos acompanhar combates navais épicos - cujos controles
são um tanto complicados de assimilar, no início, mas para se “pegar o jeito” é
uma questão de tempo - onde o navio comandado por Connor deve destruir e tomar
as embarcações inimigas, com tiros de canhões, correntes e Grape Shots , “arma” em que todas as quinquilharias encontradas no veículo são
utilizadas pela tripulação para causar dano no inimigo, o que inclui garfos,
facões e outros objetos potencialmente letais.
Na fase Naval Warfare, o jogador deve destruir as embarcações inimigas
Em uma outra passagem, o modo stealth é necessário: o segredo do sucesso
nas missões é não ser notado pelos patrulheiros - e assassiná-los, é claro, com
diferentes opções sanguinolentas de armas.
Placa de vídeo, pra
que te quero
A utilização da nova engine AnvilNext no jogo tornou o
aspecto visual impressionante, com texturas tão realistas quanto poderiam ser,
beirando a qualidade cinematográfica. Não apenas a “beleza” da obra foi
beneficiada pelo novo motor. Os movimentos tornaram-se mais leves e fluidos em
relação aos outros títulos da série, e a sintonia na interação do personagem
com o cenário é bastante natural. Os controles utilizados são semelhantes aos
já conhecidos, sem que muito esforço seja demandado para aprendê-los.
Ainda no processo de criação, o jogo, que será localizado para o Brasil,
teve sua dublagem em português regravada. Após a finalização do game, que
possui cerca de 25 horas de conteúdo, além das sidequests, um programador
brasileiro, da equipe da Ubisoft Montreal, escutou o áudio e atentou para
algumas falhas no texto. O procedimento havia sido feito por uma equipe de fora
do Brasil, e, segundo a Ubisoft, o resultado não teria sido satisfatório. Todo
o processo foi refeito, e as novas dublagens serão liberadas pouco após o
lançamento do título, em forma de DLCs gratuitos, na PlayStation Network e na Xbox Live .
Veja à demo do jogo em 7 minutos.
Assassin’s Creed
III será lançado em 30 de outubro, para PlayStation 3 , Xbox 360 e Wii U . Para PC, o game
chegará em novembro.